“A tartaruguinha em sua mão quase o levou às lágrimas. Tão jovem e, ao mesmo tempo, tão velha. Tão desprotegida e desajeitada e, ao mesmo tempo, tão sábia.”
Bernard Schlink - O Outro.

Cada palavra com que entro em contato - esteja no mais prolixo poema ou em um dos milhares de outdoors da cidade - muda minha maneira de ver o mundo... Cada letra adere a essa substância disforme que chamo de "ser" e passa a fazer parte de mim.
A sensação é de mimetismo... só não sei quem se camufla, se eu ou o tudo.
Meus olhos são ladrões do mundo,
Meu coração é furta-cor.

Bernard Schlink - O Outro.
“Ele sabia que era lento, lento para perceber as coisas e para processá-las, lento para se envolver com alguma coisa e para se libertar dela.Às vezes, tinha a impressão de que tinha despencado da própria vida, que ainda estava caindo, mas logo chegaria a algum lugar, lá no fundo, recomeçando do zero, modesto, mas recomeçando.”
Bernard Schlink - O Outro.